O papel da musculação no envelhecimento

O PAPEL DA MUSCULAÇÃO NO ENVELHECIMENTO NEUROMUSCULAR
PORQUE TODOS NÓS VAMOS ENVELHECER UM DIA…
PRIVILEGIADOS, NUNCA É TARDE PARA COMEÇAR!
SAIBAM QUE ENVELHECER É UM PRIVILÉGIO!

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A expectativa de vida mundial está em constante crescimento, o que também pode ser observado no Brasil. A proporção de idosos no país corresponde a 8,6% da população total ou cerca de quinze milhões de pessoas. Se persistirem as tendências para as taxas de fecundidade e longevidade da população brasileira, no ano 2020 a população idosa poderá exceder 30 milhões de pessoas, chegando a representar quase 13% do total de habitantes.
Em decorrência das consequências do envelhecimento, uma das mais importantes alterações atribuídas a este processo relaciona-se ao ENVELHECIMENTO NEUROMUSCULAR , tais como declínio da força, resistência e agilidade, velocidade de contração muscular, o que aumenta a probabilidade de ocorrência de doenças crônicas.
Uma das grandes patologias é a SARCOPENIA, que se caracteriza pela diminuição do volume de massa muscular, acometendo o idoso de uma forma geral. A sarcopenia está diretamente relacionada a uma boa ou má qualidade de vida do idoso, presente na atividade de vida diária (AVD) e também na atividade instrumental de vida diária (AIVD).

Estas atividades,por sua vez, irão nortear a longevidade do idoso, proporcionado ao mesmo uma velhice mais saudável com menos morbidade.
A literatura tem mostrado constantemente que este processo pode ser estagnado ou retardado através de meios NÃO FARMACOLÓGICOS, tais como: alimentação saudável e balanceada, evitar álcool e fumo, ser socialmente ativo, manter as horas de sono necessárias para o reparo das funções fisiológicas e PRATICAR ATIVIDADE FÍSICA REGULARMENTE, principalmente o TREINAMENTO RESISTIDO, comumente chamado de MUSCULAÇÃO.
Dentro deste contexto a procura pelo treinamento resistido merece destaque entre os indivíduos idosos. O mesmo tem a capacidade de promover benefícios na manutenção ou ganho de massa muscular esquelética, força, resistência ou na prevenção de processos sarcopênicos e osteoporóticos, bem como na redução de gordura corporal apresentando um impacto positivo na qualidade de vida dos idosos.
Alterações na composição corporal, tais como o aumento da adiposidade e redução da massa corporal magra, principalmente a massa musculoesquelética, são achados inerentes ao próprio processo de envelhecimento. Portanto, é esperado que ao longo dos anos, ocorra um declínio da massa magra e um aumento de massa gorda, onde estima-se que ocorra uma redução de aproximadamente 40% do total de tecido musculoesquelético entre a segunda e sexta décadas de vida em indivíduos saudáveis.
Quando essa perda de massa musculoesquelética é acentuada, provocando dependência funcional e interferindo de forma negativa na qualidade de vida dos idosos, a classificamos como doença. Esta por sua vez, acaba interferindo de forma importante na qualidade de vida, condições de saúde e socioeconômicas, tendo como principais consequências de sua progressão a perda morfofuncional, dependência na realização nas atividades de vida diária, fragilidade, bem como morte prematura.

Papel do treinamento resistido na composição corporal, indicadores de arquitetura muscular e funcionalidade de idosos”. Diego Brum Allendorf. – Porto Alegre, 2014. 109 f. : il

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